Margem apertada, exigência regulatória e custo que precisa refletir a operação. Rateio genérico custa dinheiro em cada linha de produto. Veja como a plataforma sustenta a operação química e farmacêutica e o que a Nexx entrega para completar.
Química e farmacêutica produzem por fórmula e por processo, sob regras de qualidade e regulação que exigem rastrear cada lote do insumo ao cliente. O custo se forma em processos com perdas, rendimentos e coprodutos, e a margem de cada linha depende de um custeio que reflita isso, e não de rateios médios.
Rendimentos, perdas, coprodutos e retrabalho fazem parte do processo e precisam entrar no custo de cada lote.
ANVISA, boas práticas de fabricação e auditorias de clientes exigem rastreabilidade documentada e controle de qualidade por lote.
LIMS, controle de qualidade e documentação técnica convivem com o ERP e precisam trocar dados de liberação de lote e resultados.
Preço e rentabilidade são definidos por produto, e um custeio genérico esconde linhas que perdem dinheiro.
Os sinais que aparecem na operação, o que o SAP Business One já resolve no padrão e o que a Nexx entrega para completar.
Empresas das indústrias química e farmacêutica que levaram a operação para dentro do SAP Business One.
Case Nexx
O custo saía de rateios que distorciam o resultado. Em uma química de grande porte, decidir preço e margem sobre número impreciso custa rentabilidade em cada linha. A Nexx revisou o modelo de custeio dentro do SAP Business One.
Ver o case completo →
Case Nexx
Comercial e operação trabalhavam sobre bases distintas, com o mesmo dado digitado em mais de um sistema. Em uma farmacêutica, isso compromete a rastreabilidade. A Nexx unificou as bases e o fluxo.
Ver o case completo →